Mais de 8 mil medicamentos não sofrerão aumento em 2012
Em 2012, 8.840 medicamentos não sofrerão acréscimo inflacionário e manterão os preços inalterados nas prateleiras das farmácias. A decisão é válida para uma das três categorias (veja definição no fim do texto) de medicamentos, que inclui produtos como a ritalina (tratamento do déficit de atenção), stelara (psiríase) e o antirretroviral Kaleta.
Esta categoria teve, pela primeira vez desde 2003, reajuste negativo de (-)0,25%, autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, órgão governamental composto por representantes de vários ministérios, que é responsável pela definição de preço de medicamentos no País.
Para outros 13.782 medicamentos, que fazem de outras duas categorias, a Câmara autorizou o reajuste de preços abaixo da inflação - entre 2,80% e 5,85%. Em 2011, o reajuste para todas as categoria ficou entre 4,78% e 6,01%.
Reajuste dos medicamentos nas três categorias
Nível 1 (12.499 medicamentos) - (+) 5,85%
Exemplos: omeprazol (gastrite e úlcera); amoxilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias)
Nível 2 (1.283 medicamentos) - (+)2,80%
Exemplos: lidocaína (anestésico local); risperidona (antipsicótico)
Nível 3 (8.840 medicamentos) - (-)0,25%
Exemplos: ritalina (tratamento do déficit de atenção), stelara (psiríase) e o antirretroviral Kaleta



